
O volume de compras na web aumentou e as reclamações também. Os dados do Procon-SP indicam que, de novembro de 2010 a janeiro deste ano, foram registradas 4.838 queixas sobre entrega de produtos e serviços adquiridos pela web, um aumento de 79% em relação ao mesmo período anterior.
As empresas devem ter atenção pois, 87% dos e-consumidores recomendam a marca depois de experiência positiva, caso contrário 70% recorrem ao concorrente. O estudo aponta que 69% dos pesquisados confiam mais em dados da web na hora da compra do que de vendedores em lojas.
Como último post, resolvi mostrar como aproveitar todas as vantagens desse segmento promissor com segurança. Para não ocorrer insatisfação depois de realizar seu pagamento, algumas dicas são importantes:
- Os sites seguros costumam ter a letra "S" no endereço eletrônico (https://). "Alguns deles apresentam esse protocolo com um fundo verde, garantindo ainda mais segurança ao site", afirma. Além disso, selos como chaves ou cadeados no topo ou final da página garantem ainda mais confiabilidade aos endereços.
- Vale lembrar que a senha do cartão de crédito nunca é requisitada nos sites de compra. Portanto, desconfie sempre desse tipo de solicitação. Algumas lojas inclusive usam o sistema de criptografia, fazendo com que o número do cartão não seja sequer acessado pela loja virtual.
- Da sua parte, o consumidor deve manter o computador livre de programas maliciosos. Para tanto, é indispensável manter o antivírus sempre atualizado. Outra dica é evitar utilizar computadores públicos para encher o carrinho de compras virtuais.
- Por último, o protocolo da compra deve ser guardado pelo consumidor, bem como eventuais emails com confirmação de pedido e outros dados. Em caso de marcas menos conhecidas, é sempre bom fazer uma busca pelo histórico da empresa na internet, em redes sociais e sites como o Reclame Aqui, que reúne informações dos consumidores sobre problemas enfrentados com diversos serviços.
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