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terça-feira, 22 de março de 2011

[games] Introdução

Parece que tudo que podia ser inventado no mercado de videogames, já foi. Desde sua criação, na época dos cartuchos, o vídeo-game foi evoluindo como o homem, e hoje já se encontra em um estado digamos que sobrenatural. Existe até sensores de movimento e com o novo sistema da Sony, o “Move”, podemos controlar o jogo com nossos propriamente ditos, movimentos corporais.

Pensando em um mercado cheio de “sedentários” e “viciados”as empresas de games começaram a perceber que muitas vezes, o único momento em que um consumidor saía de casa, era para comprar jogos novos.

Com medo da exposição perante a concorrência ou até mesmo o “risco” de acontecer algo com seus clientes atravessando a rua, as empresas perceberam que podiam lucrar mais e até mesmo deixar seus clientes mais confortáveis sem nem precisar sair de casa.

Seguindo o modelo da toda poderosa Apple, as empresas começaram a vender seus jogos através de uma loja virtual dentro do próprio videogame, (dispensa comentários que hoje, os videogames têm internet). Além da venda de jogos, os videogames também proporcionam ao usuário um tipo de Messenger entre eles, para que possam interagir. Os modelos vendem acessórios que permitem até comunicação direta através da fala entre os usuários (sim, os videogames também podem ser “celulares” hoje) .

Receosa com a competição e atrás da fidelidade e satisfação máxima do cliente, essas lojas virtuais fornecem demos dos jogos antes que o cliente os comprem. Basta baixá-los no próprio console do videogame e testá-los.

Semana que vem tem a continuação deste mesmo tema e conclusão de raciocínio!

Abraços e boa semana!

Gustavo Lobo Vianna.

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