Um estudo realizado pela empresa E.Life revelou que os internautas brasileiros usuários de redes sociais dedicam, em média, 41 horas por semana à internet, e mais, revelou também que este número vem crescendo em relação aos outros anos. Segundo o estudo, embora o uso das redes sociais seja com a finalidade de se relacionar com outras pessoas, as redes veêm se tornando cada vez mais relevantes para a divulgação de notícias, tanto locais como notícias do que ocorre no mundo todo.
O Facebook foi uma das redes sociais mais utilizadas pelos japoneses para se comunicarem com familiares, amigos e conhecidos, repassarem e obterem informações sobre o que estava acontecendo no país e quais eram suas condições. Além de informações, as pessoas também dividem fotos, vídeos e relatos do terremoto. O Twitter também foi bastante utilizado, mas com outras utilidades. Muitas usuários, de todo o mundo, postavam mensagens de boa sorte e de consolo para as vítimas do tsunami. Na semana no acontecimento, os dez principais Trending Topics mundiais, oito eram a respeito da tragédia ocorrida.
Além do Japão, outro acontecimento utilizou as redes sociais para se manifestar: A Hora do Planeta. Inúmeros usuários postaram em suas redes sociais sobre o acontecimento, explicando para os que não sabiam o que é a Hora do Planeta, dando informações como data e hora e incentivando a todos a participarem do “evento”. Após o acontecimento, os usuários voltaram a escrever relatando os resultados obtidos em cada cidade do mundo inteiro. Até no Trendig Topics este assunto apareceu.
E até o governo entrou nesta dança. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, revelou nesta quinta-feira dia 24 de março que até mesmo o governo pretende utilizar as redes sociais, como Facebook e Twitter, para popularizar a tuberculose e lutar pela combate à doença. A revelação foi feita durante o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, durante o lançamento da nova campanha de mídia sobre a doença. Não foram divulgados detalhes de como tal ato seria realizado, mas parece que já está mais do que certo que as redes sociais serão utilizadas para ressaltar que a tuberculose não é uma doença de época, como ocorreu no século 19 e ficando conhecida como “Mal do Século”. Informações sobre como identificar a doença, qual é a bactéria que causa tal doença e ações de preveção serão divulgadas com o objetivo de educar a população para combater este mal que mata 4.800 pessoas por ano.
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